{
  "norma": "Escala SOLOLOS de Proveniência",
  "versao": "1.1",
  "licenca": "CC BY 4.0",
  "url": "https://sololos.space/proveniencia",
  "comoCitar": "SOLOLOS. Escala SOLOLOS de Proveniência, v1.1. https://sololos.space/proveniencia (2026). Licença CC BY 4.0.",
  "descricao": "As afirmações do corpus público de SOLOLOS já seladas pela escala — o dado, não só a régua. Cada uma traz o selo, a obra, o crédito, o link e a prova verbatim. Tradições sob o véu da reciprocidade não entram.",
  "total": 62,
  "tradicoes": 9,
  "afirmacoes": [
    {
      "id": "bz.wx.fases#hongfan",
      "tradicao": "ba-zi",
      "texto": "A lista canônica mais antiga dos cinco agentes (五行, wǔxíng) não está num manual de Ba Zi: está no 'Grande Plano' (洪範) do Livro dos Documentos, um dos clássicos mais antigos da China. Ali eles aparecem em ordem — água, fogo, madeira, metal, terra —, cada um com a sua natureza: a água molha e desce; o fogo arde e sobe; a madeira se curva e se endireita; o metal cede e se molda; a terra semeia e colhe. É a raiz textual da doutrina que o Ba Zi herdaria e sistematizaria séculos depois.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "尚書·洪範 (Shàngshū, 'Grande Plano' / Hóng Fàn) — o parágrafo dos cinco agentes. Tradução inglesa de James Legge (The Chinese Classics / The Sacred Books of the East), domínio público, hospedada com o texto chinês ao lado e permalink por capítulo pelo Chinese Text Project.",
          "credito": "James Legge (tradutor, do chinês clássico) · Chinese Text Project — ctext.org (Donald Sturgeon: edição eletrônica, texto chinês pareado e permalink estável por capítulo)",
          "link": "https://ctext.org/shang-shu/great-plan",
          "prova": "五行：一曰水，二曰火，三曰木，四曰金，五曰土 — na tradução de James Legge: \"The first is water; the second is fire; the third, wood; the fourth, metal; and the fifth, earth.\""
        }
      ]
    },
    {
      "id": "bz.wx.fases#terra-centro",
      "tradicao": "ba-zi",
      "texto": "Das cinco fases, a Terra é a diferente: não ganha uma estação própria como as outras quatro — ganha o CENTRO. O 'Yue Ling' a coloca 'bem no meio' (entre o Céu e a Terra e os demais elementos), com os seus dias sendo Wu e Ji (戊己, os troncos da terra). É a raiz da doutrina que o Ba Zi opera: a Terra como o pivô que equilibra e faz a transição entre as outras quatro.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "禮記·月令 (Lǐjì, 'Yue Ling' / Ordenanças Mensais) — a seção do centro (中央土). Tradução inglesa de James Legge (The Sacred Books of the East, The Lî Kî), domínio público, com o texto chinês pareado e permalink por capítulo pelo Chinese Text Project.",
          "credito": "James Legge (tradutor, do chinês clássico) · Chinese Text Project — ctext.org (Donald Sturgeon: edição eletrônica, texto chinês pareado e permalink estável por capítulo)",
          "link": "https://ctext.org/liji/yue-ling",
          "prova": "Right in the middle (between. Heaven and Earth, and the other elements) is earth. Its days are Wu and ji."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "bz.wx.fases#yueling",
      "tradicao": "ba-zi",
      "texto": "As cinco fases não são estáticas: no calendário clássico chinês, cada estação é comandada por uma delas. O 'Yue Ling' (月令, as Ordenanças Mensais) do Livro dos Ritos abre o primeiro mês da primavera declarando que 'os seus dias são jiǎ e yǐ' — os dois troncos celestes da madeira — e que 'a energia da estação se mostra plenamente na madeira'. É a raiz clássica de uma doutrina que o Ba Zi opera até hoje: a força de um elemento depende da estação em que se nasce, e a madeira tem a sua na primavera.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "禮記·月令 (Lǐjì, 'Yue Ling' / Ordenanças Mensais) — o primeiro mês da primavera. Tradução inglesa de James Legge (The Sacred Books of the East, The Lî Kî), domínio público, com o texto chinês pareado e permalink por capítulo pelo Chinese Text Project.",
          "credito": "James Legge (tradutor, do chinês clássico) · Chinese Text Project — ctext.org (Donald Sturgeon: edição eletrônica, texto chinês pareado e permalink estável por capítulo)",
          "link": "https://ctext.org/liji/yue-ling",
          "prova": "其日甲乙 … 盛德在木 — na tradução de James Legge: \"Its days are jia and yi.\" … \"The energies of the season are fully seen in wood.\""
        }
      ]
    },
    {
      "id": "eg.barcas.horas#ramesside",
      "tradicao": "egipcia",
      "texto": "O relógio estelar diagonal não foi o único modo egípcio de contar as horas da noite. O relógio raméssida, mais tardio, funcionava por outra observação: sabendo a metade do mês em curso, olhava-se qual estrela estava cruzando o MERIDIANO — a estrela que aparecia sobre a linha vertical central, no alto. Dois relógios de estrelas para a mesma noite partida em doze horas.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "Sarah Symons, Ancient Egyptian Astronomy: Timekeeping and Cosmography in the New Kingdom — a interpretação do relógio estelar raméssida.",
          "credito": "Sarah Symons (autora; erudição egiptológica revisada) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/stream/ANCIENTEGYPTIANASTRONOMYTIMEKEEPINGANDCOSMOGRAPHYINTHENEWKINGDOM/ANCIENT%20EGYPTIAN%20-%20ASTRONOMYTIMEKEEPING%20-AND%20COSMOGRAPHY-%20IN%20-THE%20NEW%20KINGDOM_djvu.txt",
          "prova": "the Ramesside star clock is a method for finding the hour of the night by knowing the current half month of the year and observing which star is either exactly on the meridian (represented by the star appearing on the central vertical line)"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "eg.decano.imagens#aries",
      "tradicao": "egipcia",
      "texto": "Cada decano ganhou, na tradição hermética, uma IMAGEM que 'sobe' com ele. A do 1º decano de Áries guarda uma coincidência notável: Agrippa a descreve como a imagem de um homem negro, de pé, vestido de branco, cingido, de grande corpo, de olhos avermelhados, forte e como quem está irado. É quase a mesma figura do 1º drekkana de Áries indiano — homem negro, olhos vermelhos, pano branco (ver vd.varga.outras#drekkana-aries) —, sinal de uma raiz helenística que muitos eruditos suspeitam por trás das duas.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Heinrich Cornelius Agrippa, De Occulta Philosophia (Três Livros de Filosofia Oculta), Livro II, cap. 37 ('Das imagens das faces') — a imagem da 1ª face de Áries. Tradução inglesa de J.F. (James Freake), 1651, domínio público.",
          "credito": "Heinrich Cornelius Agrippa (autor, 1533) · J.F. / James Freake (tradutor, do latim, 1651) · Joseph H. Peterson / esotericarchives.com (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://www.esotericarchives.com/agrippa/agripp2c.htm",
          "prova": "in the first face of Aries, ascendeth the image of a black man, standing and cloathed in a white garment, girdled about, of a great body, with reddish eyes, and great strength, and like one that is angry"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "eg.decano.sistema#caixoes",
      "tradicao": "egipcia",
      "texto": "A forma mais antiga dos decanos egípcios não é um zodíaco nem um teto de templo: são tabelas astronômicas pintadas na face interna de tampas de caixão de madeira, do Primeiro Período Intermediário em diante — os 'relógios estelares diagonais'. É a atestação material mais antiga do sistema decanal, muito antes de o Zodíaco de Dendera figurar os mesmos decanos numa pedra ptolomaica.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "Sarah Symons, Ancient Egyptian Astronomy: Timekeeping and Cosmography in the New Kingdom — seção \"Sources\" (o corpus dos relógios estelares diagonais)",
          "credito": "Sarah Symons (autora; erudição egiptológica revisada) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/stream/ANCIENTEGYPTIANASTRONOMYTIMEKEEPINGANDCOSMOGRAPHYINTHENEWKINGDOM/ANCIENT%20EGYPTIAN%20-%20ASTRONOMYTIMEKEEPING%20-AND%20COSMOGRAPHY-%20IN%20-THE%20NEW%20KINGDOM_djvu.txt",
          "prova": "Existing or recorded star clock tables in the form of Table 1 are painted on the inside surface of wooden coffin lids which date from the First Intermediate Period"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "eg.decano.sistema#dendera",
      "tradicao": "egipcia",
      "texto": "Os decanos egípcios não são uma reconstrução moderna: estão figurados no teto do templo de Hathor, em Dendera — hoje no Louvre, inventário E 13482. O museu descreve o relevo como zodíaco, decanos e constelações. A fonte, aqui, é o próprio monumento.",
      "selo": "EI",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EI"
          ],
          "obra": "Zodíaco de Dendera — teto do templo de Hathor (relevo em arenito), Louvre, inv. E 13482",
          "credito": "Musée du Louvre (guarda, conservação e publicação aberta do registro e das imagens do objeto)",
          "link": "https://collections.louvre.fr/en/ark:/53355/cl010028871",
          "prova": "Dénomination : plafond ; relief mural — décor : zodiaque ; décans ; constellation"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "eg.decano.sopdet1#relogio",
      "tradicao": "egipcia",
      "texto": "Os 36 decanos egípcios nasceram como um RELÓGIO, não como um zodíaco: cada 'relógio de estrelas' é uma tabela de doze linhas — as horas da noite — por trinta e seis colunas — as trinta e seis dezenas de dias que formam os doze meses do ano civil. O observador olhava o horizonte leste e procurava o decano que acabara de despontar. É a origem da divisão do céu em 36, séculos antes de virar 'faces' na astrologia.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "Sarah Symons, Ancient Egyptian Astronomy: Timekeeping and Cosmography in the New Kingdom — Seção A, Rising Star Clocks (p. 16)",
          "credito": "Sarah Symons (autora; erudição egiptológica revisada) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/stream/ANCIENTEGYPTIANASTRONOMYTIMEKEEPINGANDCOSMOGRAPHYINTHENEWKINGDOM/ANCIENT%20EGYPTIAN%20-%20ASTRONOMYTIMEKEEPING%20-AND%20COSMOGRAPHY-%20IN%20-THE%20NEW%20KINGDOM_djvu.txt",
          "prova": "Each clock consists, in essence, of a table with twelve rows representing the hours of the night, and thirty-six columns representing the thirty-six decades (10-day periods) which make up the twelve months of the civil year."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "eg.sotico.ano#epagomenos",
      "tradicao": "egipcia",
      "texto": "Os egípcios não deixaram nem os cinco dias 'a mais' fora da conta do céu. Além dos meses regulares, o ano tinha cinco dias epagômenos — os 'dias sobre o ano', os que sobram para fechar o ciclo. E o relógio estelar decanal reservava uma COLUNA só para eles: mesmo nesses cinco dias avulsos, a leitura das horas da noite pela subida dos decanos não parava.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "Sarah Symons, Ancient Egyptian Astronomy: Timekeeping and Cosmography in the New Kingdom — a coluna epagomenal na estrutura do relógio estelar diagonal.",
          "credito": "Sarah Symons (autora; erudição egiptológica revisada) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/stream/ANCIENTEGYPTIANASTRONOMYTIMEKEEPINGANDCOSMOGRAPHYINTHENEWKINGDOM/ANCIENT%20EGYPTIAN%20-%20ASTRONOMYTIMEKEEPING%20-AND%20COSMOGRAPHY-%20IN%20-THE%20NEW%20KINGDOM_djvu.txt",
          "prova": "This epagomenal column served for timekeeping during the extra five whole days of the year (the epagomenal days, or ‘days upon the year’)"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.aries#melotesia",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Áries rege a cabeça — e não sozinho: os doze signos, de Áries aos Peixes, desenham o corpo humano inteiro, da cabeça aos pés. Firmicus dá o mapa: a cabeça em Áries, o pescoço em Touro, os ombros em Gêmeos, o coração em Câncer, o peito em Leão, o ventre em Virgem, e assim por diante, até os pés em Peixes. É a melothesia — o homem zodiacal do Ocidente, gêmeo do Kālapuruṣa da Índia (ver vd.rashi.mesha#kalapurusha).",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XXIV (quae membra corporis singula signa retineant) — a melothesia, o homem zodiacal",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Caput hominis in signo Arietis est, cervix in Tauro, umeri in Geminis, cor in Cancro, pectus et stomachus in Leone, venter in Virgine, renes <et> vertebrae in Libra, natura in Scorpione, femora in Sagittario, genucula in Capricorno, tibiae in Aquario, pedes in Piscibus. Sic per haec signa tota membra hominis dividuntur."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.asp.doutrina#geometria",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Os ângulos dos aspectos não são arbitrários: aplicando as frações um-meio e um-terço à oposição (composta de dois ângulos retos), a metade dá a quadratura e o terço dá o sextil e o trígono. É a base geométrica dos aspectos — a razão pela qual são 90°, 60° e 120°.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.13 — \"Of the Aspects of the Signs\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "if the fractions one-half and one-third be applied to opposition, composed of two right angles, the half makes the quartile and the third the sextile and trine."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.asp.doutrina#harmonia",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Trígono e sextil são chamados harmônicos porque unem signos do mesmo gênero — todos femininos ou todos masculinos; quadratura e oposição são desarmônicos porque unem signos de gêneros opostos.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.13 — \"Of the Aspects of the Signs\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "trine and sextile are called harmonious because they are composed of signs of the same kind, either entirely of feminine or entirely of masculine signs; while quartile and opposition are disharmonious because they are composed of signs of opposite kinds"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.cancer#modalidade",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Câncer é um signo MÓVEL — e não só na védica. Ptolomeu o nomeia entre os dois signos solsticiais: o primeiro grau a partir do solstício de verão é Câncer, e do de inverno, Capricórnio. São os signos 'tropicais' — a classe que o Ocidente divide, junto dos 'sólidos' (fixos) e 'bicorpóreos' (duais), na mesma tripartição móvel/fixo/dual que o Jyotish chama chara/sthira/dvisvabhava (ver vd.rashi.karka#modalidade).",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.11 — \"Of Solstitial, Equinoctial, Solid, and Bicorporeal Signs\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "there are two solstitial signs, the first interval of 30° from the summer solstice, the sign of Cancer, and the first from the winter solstice, Capricorn"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa1#cardines",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "As doze casas não têm força igual, e Firmicus as ordena: o ascendente precede o descendente, o meio-céu é posto antes do fundo-do-céu. Os quatro ângulos lideram — e entre eles, o ascendente e o meio-céu. É a raiz da hierarquia angular/sucedente/cadente.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XVIII (De omnium locorum ordine)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Horoscopus praecedit occasum, medium caelum imo caelo praeponitur"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa1#vida",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "A primeira casa é o lugar onde o ascendente está constituído, e nela — escreve Firmicus — está contida a vida dos homens, e o seu espírito. A casa da vida não é convenção moderna: é o que a fonte latina diz.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIV.2 (De octo locis) — o primeiro dos doze loca",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Primus est locus illa pars, in qua horoscopus est constitutus. In hoc loco vita hominum et spiritus continetur"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa10#actus",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "A casa 10 — o meio-céu — traz a vida e o espírito, e TODOS OS ATOS: a pátria, o domicílio e a conduta inteira. Firmicus dá ao meio-céu a mesma matéria vital do ascendente, e acrescenta o agir.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Decimus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "In hoc loco vitam et spiritum, actus etiam omnes, patriam domicilium totamque conversationem invenimus"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa12#inimigos",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "A casa 12 mostra, com sinal fácil, a qualidade dos inimigos e a substância dos servos.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Duodecimus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Ex hoc loco inimicorum qualitas et servorum substantia facili nobis significatione monstratur"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa2#bens",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Da casa 2 conhecem-se os acréscimos da esperança e da posse — o patrimônio que cresce.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Secundus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Ex hoc signo spei ac possessionis incrementa noscuntur"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa3#irmaos",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Da casa 3 dizemos tudo o que toca aos irmãos e aos amigos.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Tertius locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Ex hoc loco de fratribus et de amicis cuncta dicemus"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa4#pais",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "A casa 4 mostra os pais, o patrimônio, a substância, os fundamentos e os bens móveis.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Quartus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Hic locus ostendit nobis parentes patrimonium substantiam fundamenta mobilia"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa5#filhos",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Da casa 5 se acha o número dos filhos e a qualidade da descendência.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Quintus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Ex hoc loco filiorum numerus et generis qualitas invenitur"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa6#doenca",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Na casa 6 encontramos a causa do vício e da doença.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Sextus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "In hoc signo causam vitii ac valitudinis inveniemus"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa7#nupcias",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Da casa 7 buscamos a qualidade e a quantidade das núpcias.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Septimus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Ex hoc loco qualitatem et quantitatem quaeramus nuptiarum"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa8#morte",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Da casa 8 se acha a qualidade da morte.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Octavus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "Ex hoc loco mortis qualitas invenitur"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.casa9#religiao",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Na casa 9 encontramos as seitas dos homens — é a casa das religiões e das peregrinações.",
      "selo": "EC",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EC"
          ],
          "obra": "Firmicus Maternus, Mathesis II.XIX (Nonus locus)",
          "credito": "Julio Fírmico Materno · W. Kroll e F. Skutsch (edição crítica do latim, B. G. Teubner, Stuttgart, 1897) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Firmicus_Maternus/Mathesis/2*.html",
          "prova": "In hoc loco hominum sectas invenimus; est autem de religionibus et peregrinationibus"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.dig.dominio#luminares",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Os domicílios dos luminares têm uma razão dita: Câncer e Leão são os signos mais setentrionais, os mais próximos do nosso zênite e por isso os mais produtores de calor — e por isso foram atribuídos aos maiores corpos celestes, Leão (masculino) ao Sol e Câncer (feminino) à Lua.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.17 — \"Of the Houses of the Several Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "they assigned these to the greatest and most powerful heavenly bodies, that is, to the luminaries, as houses, Leo, which is masculine, to the sun and Cancer, feminine, to the moon"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.dig.exaltacao#hypsoma",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "O Sol se exalta em Áries, e Ptolomeu diz por quê: é ali que ele cruza para o semicírculo norte, o dia começa a crescer e o poder de aquecer da sua natureza aumenta — por isso Áries é a sua exaltação, e Libra, o ponto oposto, a sua queda. É a mesma doutrina das exaltações (de raiz babilônica) que a védica também guarda, com o Sol igualmente exaltado em Áries — ver vd.surya#exaltacao.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.19 — \"Of Exaltations\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "Since the sun, when he is in Aries, is making his transition to the northern and higher semicircle, and in Libra is passing into the southern and lower one, they have fittingly assigned Aries to him as his exaltation, since there the length of the day and the heating power of his nature begin to increase, and Libra as his depression"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.dig.faces#prosopon",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Diz-se que um planeta está na sua própria FACE quando guarda, em relação ao Sol ou à Lua, o mesmo aspecto que o seu domicílio guarda em relação aos domicílios deles. A face de Ptolomeu não é a ordem caldaica dos decanos: é uma relação geométrica com os luminares — a dignidade menor tem, na fonte, uma razão.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.23 — \"Of Faces, Chariots, and the Like\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "The planets are said to be in their 'proper face' when an individual planet keeps to the sun or moon the same aspect which its house has to their houses"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.dig.termos#egipcio-caldeu",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Há dois sistemas de termos em circulação: o egípcio, baseado sobretudo na regência dos domicílios, e o caldeu, apoiado na regência das triplicidades. Os 'termos egípcios' que os softwares usam por padrão não são os únicos — a própria fonte declara a alternativa, e Ptolomeu ainda propõe um terceiro arranjo.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.20 — \"Of the Disposition of Terms\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "With regard to the terms two systems are most in circulation; the first is the Egyptian, which is chiefly based on the government of the houses, and the second the Chaldaean, resting upon the government of the triplicities."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.dig.triplicidade#trigono",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Os doze signos se dividem em quatro triângulos. O primeiro — Áries, Leão e Sagitário — é feito de três signos masculinos e reúne os domicílios do Sol, de Marte e de Júpiter; foi atribuído ao Sol e a Júpiter (Marte fica de fora, por não ser da seita solar), e o Sol o governa de dia, Júpiter de noite. É daqui que vem a triplicidade de fogo e a regência de triplicidade por seita.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.18 — \"Of the Triangles\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "The first of these, which passes through Aries, Leo, and Sagittarius, is composed of three masculine signs and includes the houses of the sun, of Mars, and of Jupiter. This triangle was assigned to the sun and Jupiter, since Mars is not of the solar sect. The sun assumes first governance of it by day and Jupiter by night."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.jupiter#natureza",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Júpiter aquece e umedece — e, por ser o aquecer o que nele predomina, produz ventos fecundantes.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.4 — \"Of the Power of the Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "both heats and humidifies; and because his heating power is the greater"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.lua#natureza",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "O poder da Lua consiste sobretudo em umedecer.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.4 — \"Of the Power of the Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "Most of the moon's power consists of humidifying"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.marte#natureza",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "A natureza de Marte é principalmente secar e queimar.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.4 — \"Of the Power of the Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "nature is chiefly to dry and to burn"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.mercurio#natureza",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Mercúrio é ora secante e absorvente da umidade, ora umedecedor — por estar logo acima da esfera da Lua. É o planeta de natureza dupla, e a fonte diz as duas.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.4 — \"Of the Power of the Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "drying and absorptive of moisture"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.raiz.seita#diurno-noturno",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "A Lua e Vênus são noturnas; o Sol e Júpiter, diurnos; e Mercúrio é das duas — diurno quando nasce como estrela da manhã, noturno como estrela da tarde. É a base da seita (hairesis), o eixo dia/noite que ordena a força dos planetas e a regência das triplicidades.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.7 — \"Of Diurnal and Nocturnal Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "the tradition has consequently been handed down that the moon and Venus are nocturnal, the sun and Jupiter diurnal, and Mercury common as before, diurnal when it is a morning star and nocturnal as an evening star."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.raiz.tropical#semComeco",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "O zodíaco não tem começo natural — porque é um círculo. Ptolomeu diz isso com todas as letras, e explica que se ADOTA o signo que começa no equinócio vernal, Áries, como ponto de partida de todos. O zodíaco tropical é, na sua própria fonte, uma convenção declarada — não um fato do céu.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.10 — \"Of the Effect of the Seasons and of the Four Angles\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "although there is no natural beginning of the zodiac, since it is a circle, they assume that the sign which begins with the vernal equinox, that of Aries, is the starting-point of them all"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.saturno#natureza",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "A natureza de Saturno é esfriar e, moderadamente, secar.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.4 — \"Of the Power of the Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "quality chiefly to cool and, moderately, to dry"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.sol#natureza",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "O Sol aquece e, em certa medida, seca.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.4 — \"Of the Power of the Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "heating and, to a certain degree, drying"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "oc.venus#natureza",
      "tradicao": "ocidental-tropical",
      "texto": "Vênus aquece moderadamente, pela proximidade do Sol, mas o que nela predomina é umedecer.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos I.4 — \"Of the Power of the Planets\"",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/1B*.html",
          "prova": "warms moderately because of her nearness to the sun, but chiefly humidifies"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pa.fundamentos.vocabulario#tishtar",
      "tradicao": "persa-arabe",
      "texto": "No céu persa, cada mês é dono de uma constelação: o mês Tir é o quarto do ano, e o Caranguejo (Câncer) o quarto signo a partir de Áries — então Tir é o dono de Câncer. E é em Câncer que Tishtar (Sírius) 'saltou' e mostrou a sua natureza de produtor de chuva, erguendo as águas pela força do vento. Estrela, mês e signo amarrados num só nó — a lógica própria da linhagem persa.",
      "selo": "TT",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TT"
          ],
          "obra": "Bundahishn V.2 (cada mês é dono de uma constelação; Tir/Câncer e o salto de Tishtar)",
          "credito": "E. W. West (tradução do persa médio/pahlavi, Sacred Books of the East, 1880) · Joseph H. Peterson / avesta.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://avesta.org/mp/bundahis.html",
          "prova": "For every single month is the owner of one constellation; the month Tir is the fourth month of the year, and Cancer the fourth constellation from Aries, so it is the owner of Cancer, into which Tishtar sprang, and displayed the characteristics of a producer of rain; and he brought on the water aloft by the strength of the wind.",
          "cadeia": [
            "persa médio (pahlavi)",
            "inglês (E. W. West, 1880)",
            "português (SOLOLOS)"
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pa.fundamentos.vocabulario#zodiaco",
      "tradicao": "persa-arabe",
      "texto": "A tradição persa nomeia os doze signos na sua própria língua: o Bundahishn os lista em persa médio, do Cordeiro (Varak, Áries) ao Touro (Tora), aos Gêmeos (Do-patkar), ao Caranguejo (Kalachang), ao Leão (Sher)… até o Peixe (Mahik). O zodíaco não chegou ao persa como decalque do grego — a linhagem tem os seus próprios nomes.",
      "selo": "TT",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TT"
          ],
          "obra": "Bundahishn II.2 (a formação dos luminares — os doze nomes do zodíaco)",
          "credito": "E. W. West (tradução do persa médio/pahlavi, Sacred Books of the East, 1880) · Joseph H. Peterson / avesta.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://avesta.org/mp/bundahis.html",
          "prova": "especially these twelve whose names are Varak (the Lamb), Tora (the Bull), Do-patkar (the Two-figures or Gemini), Kalachang (the Crab), Sher (the Lion), Khushak (Virgo), Tarazhuk (the Balance), Gazdum (the Scorpion), Nimasp (the Centaur or Sagittarius), Vahik (Capricorn), Dul (the Water-pot), and Mahik (the Fish)",
          "cadeia": [
            "persa médio (pahlavi)",
            "inglês (E. W. West, 1880)",
            "português (SOLOLOS)"
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pa.lote.fortuna#ptolomeu",
      "tradicao": "persa-arabe",
      "texto": "As 'Partes Árabes' — os Lotes — não são árabes de nascença: são gregas. A Roda da Fortuna, a mais famosa delas, já está definida em Ptolomeu, séculos antes do mundo islâmico: toma-se a distância do Sol à Lua e projeta-se essa mesma distância a partir do Ascendente. E há um detalhe que Ptolomeu faz questão: a conta é a MESMA de dia e de noite — regra que astrólogos posteriores mudariam. Os árabes herdaram e multiplicaram os Lotes; a semente é helenística.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Ptolomeu, Tetrabiblos III.10 — \"Of the Length of Life\" (a definição do Lote da Fortuna)",
          "credito": "Cláudio Ptolomeu · F. E. Robbins (tradução do grego, Loeb Classical Library, 1940) · Bill Thayer / LacusCurtius, Univ. de Chicago (transcrição e hospedagem aberta)",
          "link": "https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Ptolemy/Tetrabiblos/3B*.html",
          "prova": "Take as the Lot of Fortune always the amount of the number of degrees, both by night and by day, which is the distance from the sun to the moon, and which extends to an equal distance from the horoscope in the order of the following signs."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pa.mito.dualismo#chefes",
      "tradicao": "persa-arabe",
      "texto": "Cada um dos sete planetas vem contra um chefe das constelações: Mercúrio (Tir) contra Tishtar, Marte (Warharan) contra Haptoring, Júpiter (Ohrmazd) contra Vanand, Vênus (Anahid) contra Sataves, Saturno (Kevan) contra o grande do meio do céu — e Gochihr e o ladino Mushpar, providos de caudas, contra o Sol, a Lua e as estrelas. É a raiz persa do planeta como agente que perturba a boa criação, e a forma mais antiga dos nodos 'com cauda'.",
      "selo": "TT",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TT"
          ],
          "obra": "Bundahishn V.1 (os sete chefes dos planetas contra os sete das constelações)",
          "credito": "E. W. West (tradução do persa médio/pahlavi, Sacred Books of the East, 1880) · Joseph H. Peterson / avesta.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://avesta.org/mp/bundahis.html",
          "prova": "Seven chieftains of the planets have come unto the seven chieftains of the constellations, as the planet Mercury (Tir) unto Tishtar, the planet Mars (Warharan) unto Haptoring, the planet Jupiter (Ohrmazd) unto Vanand, the planet Venus (Anahid) unto Sataves, the planet Saturn (Kevan) unto the great one of the middle of the sky, Gochihr and the thievish (dujgun) Mushpar, provided with tails, unto the sun and moon and stars.",
          "cadeia": [
            "persa médio (pahlavi)",
            "inglês (E. W. West, 1880)",
            "português (SOLOLOS)"
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pa.mito.dualismo#tropas",
      "tradicao": "persa-arabe",
      "texto": "No céu zoroastriano, os astros são um EXÉRCITO — e ele tem hierarquia. Acima, os chefes: as constelações postadas nos quatro cantos. Abaixo, a tropa: 'por recomendação desses chefes, as muitas estrelas inumeráveis são especialmente designadas aos vários quadrantes e lugares, como a força unida e o poder atribuído dessas constelações'. Cada estrela sem nome tem o seu posto na guarda da boa criação contra Ahriman.",
      "selo": "TT",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TT"
          ],
          "obra": "Bundahishn II.6 (as inumeráveis estrelas designadas aos quadrantes como a tropa dos chefes-constelações)",
          "credito": "E. W. West (tradução do persa médio/pahlavi, Sacred Books of the East, 1880) · Joseph H. Peterson / avesta.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://avesta.org/mp/bundahis.html",
          "prova": "On the recommendation of those chieftains the many unnumbered stars are specially assigned to the various quarters and various places, as the united strength and appointed power of those constellations.",
          "cadeia": [
            "persa médio (pahlavi)",
            "inglês (E. W. West, 1880)",
            "português (SOLOLOS)"
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pa.mito.dualismo#vigias",
      "tradicao": "persa-arabe",
      "texto": "O céu persa tem quatro vigias, um por direção: Tishtar (Sírius) é o chefe do Leste, Sataves do Oeste, Vanand do Sul e Haptoring (a Ursa) do Norte. É a raiz zoroastriana dos 'guardiões dos quatro cantos do céu' — a doutrina que o Ocidente herdou como as quatro estrelas reais.",
      "selo": "TT",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TT"
          ],
          "obra": "Bundahishn II.7 (os quatro chefes das constelações, um por quarteirão do céu)",
          "credito": "E. W. West (tradução do persa médio/pahlavi, Sacred Books of the East, 1880) · Joseph H. Peterson / avesta.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://avesta.org/mp/bundahis.html",
          "prova": "Tishtar is the chieftain of the east, Sataves the chieftain of the west, Vanand the chieftain of the south, and Haptoring the chieftain of the north.",
          "cadeia": [
            "persa médio (pahlavi)",
            "inglês (E. W. West, 1880)",
            "português (SOLOLOS)"
          ]
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pw.cal.duzentos#ciclos",
      "tradicao": "pawukon",
      "texto": "O pawukon de 210 dias não corre sozinho: ele é um entre vários ciclos concorrentes que giram ao mesmo tempo — o pasaran de cinco dias, o wetonan de 35, o windu de oito anos, o kurup de 120 — sobre os ciclos regulares de sete dias e do mês lunar. A conta do calendário balinês-javanês é a combinação deles.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "N. Karjanto & F. Beauducel, “An Ethnoarithmetic Excursion into the Javanese Calendar” — capítulo revisado por pares no Handbook of the History and Philosophy of Mathematical Practice (Springer). O capítulo publicado está em paywall: o trecho abaixo foi lido no PREPRINT ABERTO DOS PRÓPRIOS AUTORES (arXiv:2012.10064), que é também o link que damos, para que qualquer pessoa possa conferir sem pagar.",
          "credito": "Natanael Karjanto e François Beauducel (autores) · Springer (edição revisada por pares) · arXiv (preprint aberto dos autores, e o que nós efetivamente lemos)",
          "link": "https://arxiv.org/abs/2012.10064",
          "prova": "In addition to the regular seven-day, lunar month, and lunar year cycles, it also contains five-day pasaran, 35-day wetonan, 210-day pawukon, octo-year windu, and 120-year kurup cycles."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pw.cal.duzentos#wuku",
      "tradicao": "pawukon",
      "texto": "Por que o pawukon tem exatamente 210 dias? Porque ele é feito de trinta wuku — a semana balinesa-javanesa de sete dias (saptawara) — encadeados: trinta semanas de sete dias fecham o ciclo, 30 × 7 = 210. Não é um número arbitrário, é a arquitetura interna do calendário, sobre a qual o pasaran de cinco dias e os demais ciclos concorrentes se sobrepõem.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "N. Karjanto & F. Beauducel, “An ethnoarithmetic excursion into the Javanese calendar” (Handbook of the History and Philosophy of Mathematical Practice, Springer; revisado por pares) — a passagem sobre a composição interna do pawukon. Lido no PREPRINT ABERTO dos próprios autores (arXiv:2012.10064), que é o link que damos.",
          "credito": "Natanael Karjanto e François Beauducel (autores) · Springer (edição revisada por pares) · arXiv (preprint aberto dos autores, e o que nós efetivamente lemos)",
          "link": "https://arxiv.org/abs/2012.10064",
          "prova": "The seven-day cycle is called saptawara or padinan and a week is named a wuku. The period of 30 wuku makes the pawukon cycle, i.e., 210 days"
        }
      ]
    },
    {
      "id": "pw.pasaran.cinco#wetonan",
      "tradicao": "pawukon",
      "texto": "A semana de cinco dias não corre sozinha. Cruzada com a semana de sete, ela gera o ciclo wetonan: 'o ciclo wetonan combina o pancawara de cinco dias com a semana wuku de sete', escrevem Karjanto e Beauducel. Cinco vezes sete dá trinta e cinco combinações de dias — a mesma lógica combinatória do pawukon de 210, aqui em miniatura, e a base do 'weton' javanês-balinês, o par de dias de um nascimento.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "N. Karjanto & F. Beauducel, “An ethnoarithmetic excursion into the Javanese calendar” (Handbook of the History and Philosophy of Mathematical Practice, Springer; revisado por pares) — a passagem sobre o ciclo wetonan. Lido no PREPRINT ABERTO dos próprios autores (arXiv:2012.10064), que é o link que damos.",
          "credito": "Natanael Karjanto e François Beauducel (autores) · Springer (edição revisada por pares) · arXiv (preprint aberto dos autores, e o que nós efetivamente lemos)",
          "link": "https://arxiv.org/abs/2012.10064",
          "prova": "The wetonan cycle combines the five-day pancawara cycle with the seven-day wuku week cycle."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "sj.fundamentos.escola#academia",
      "tradicao": "saju",
      "texto": "O Saju não é folclore marginal na Coreia: é objeto de pesquisa acadêmica revisada por pares. Kim Mantae, num levantamento do estado da arte, escreve que o saju-myeongni formou por muito tempo o sistema de pensamento de base do povo coreano e segue operando, de modo contínuo, na vida coreana até hoje.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "김만태, 「한국 사주명리 연구의 현황과 과제」 (O estado da arte e as tarefas da pesquisa coreana sobre o Saju), 동방문화와 사상 (East Asian Culture and Thought), vol. 2016, n. 1, pp. 209-249",
          "credito": "김만태 (Kim Mantae), autor · 동방문화와 사상 (periódico acadêmico revisado) · KCI — Korea Citation Index (índice nacional de periódicos revisados, que hospeda o registro e o resumo)",
          "link": "https://www.kci.go.kr/kciportal/ci/sereArticleSearch/ciSereArtiView.kci?sereArticleSearchBean.artiId=ART002533154",
          "prova": "사주명리는 오랫동안 한국인의 기층사상 체계를 이루며 지금까지 한국인의 삶 속에 면면히 작용해오고 있다."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "sj.fundamentos.escola#identidade",
      "tradicao": "saju",
      "texto": "O Saju não é só estudado na Coreia — há um esforço acadêmico ATIVO para reconhecê-lo como campo científico próprio. Kim Mantae argumenta que a razão de o myeongni ter sido tratado como 'pseudociência' está menos no preconceito externo e mais no próprio campo não ter preparado os seus requisitos acadêmicos — e sustenta que estabelecer essa identidade acadêmica passa por obter uma classificação formal na Fundação Nacional de Pesquisa da Coreia (NRF). É a tradição se institucionalizando na universidade, em tempo real.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "김만태 (Kim Mantae), «명리학의 학문적 정체성 확립에 관한 연구 — 한국연구재단 학술연구분야분류 설정을 중심으로» (Research on Establishing Academic Identity of Myeongli Science — Focusing on the Classification of Academic Research Fields set by the National Research Foundation of Korea), 지식융합 (Knowledge and Convergence), vol. 5, n. 1 (2022), pp. 65-86 · DOI 10.47636/gkca.2022.5.1.65",
          "credito": "김만태 (Kim Mantae), autor · 지식융합 / Knowledge and Convergence — 융복합지식학회 (Global Knowledge and Convergence Association), periódico revisado por pares · KCI — Korea Citation Index (índice nacional que hospeda o registro e o resumo)",
          "link": "https://www.kci.go.kr/kciportal/ci/sereArticleSearch/ciSereArtiView.kci?sereArticleSearchBean.artiId=ART002850752",
          "prova": "The reason why Myeongli Science has been considered as fake science up to now is more attributable to the field of Myeongli Science not preparing the academic requirements rather than the external error or prejudice. […] Accordingly, it is important to check out the Classification of Academic Research Fields set by National Research Foundation of Korea as the requirements for establishing the academic identity of Myeongli Science."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "sj.fundamentos.escola#internacional",
      "tradicao": "saju",
      "texto": "E o campo coreano não está só se institucionalizando — está se INTERNACIONALIZANDO. Kim Gwibun — uma OUTRA pesquisadora, noutro periódico revisado — dedica um estudo inteiro a padronizar a tradução inglesa dos conceitos do myeongni, para que os eruditos coreanos possam dialogar com os estrangeiros. É a prova de que o Saju acadêmico não é um autor isolado: é uma disciplina com vários especialistas, construindo a sua 'infraestrutura acadêmica' e o seu intercâmbio internacional.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "Kim Gwibun (김귀분), «A Study on the English Expressions for Main Mingliological Terms», 아시아문화연구 (Asian Cultural Studies), vol. 66 (2024), pp. 5-38 · DOI 10.34252/acsri.2024.66..001",
          "credito": "김귀분 (Kim Gwibun), autora · 아시아문화연구 (Asian Cultural Studies) — periódico acadêmico revisado por pares · KCI — Korea Citation Index (índice nacional que hospeda o registro e o resumo)",
          "link": "https://www.kci.go.kr/kciportal/ci/sereArticleSearch/ciSereArtiView.kci?sereArticleSearchBean.artiId=ART003165855",
          "prova": "English natives and non-English Mingliologists can understand them well and this study will contribute to building academic infrastructure of Korean Mingliology and its international academic exchange."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "sj.palja.conceito#joseon",
      "tradicao": "saju",
      "texto": "O Saju não é moda nova na Coreia — e nem sempre foi coisa de corte. Lendo os Anais da Dinastia Joseon, Kim Mantae mostra que o saju-myeongni deu voz à posição das famílias humildes, dos pequenos e médios senhores de terra e dos intelectuais à margem, 'expressando a mensagem crítica do sistema social existente'. Sob a superfície de uma arte de adivinhação havia, às vezes, uma linguagem de oposição.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "김만태 (Kim Mantae), «『조선왕조실록』에 나타난 사주명리의 반체제적 성향» (Study on the Underground Tendency of Sajumyungri in the Annals of the Joseon Dynasty), 한국문화 / Korean Cultural Studies, n. 72 (2016), pp. 175-201 · DOI 10.17948/kcs.2016..72.175",
          "credito": "김만태 (Kim Mantae), autor · 한국문화 / Korean Cultural Studies — periódico acadêmico revisado por pares · KCI — Korea Citation Index (índice nacional que hospeda o registro e o resumo)",
          "link": "https://www.kci.go.kr/kciportal/ci/sereArticleSearch/ciSereArtiView.kci?sereArticleSearchBean.artiId=ART002143928",
          "prova": "Due to this, Sajumyungri represented the position of meager family, small and medium landlord, and surrounding intellectuals, expressing critical message of the existing social system."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "tb.fundamentos.escola#vaidurya",
      "tradicao": "tibetana",
      "texto": "O texto seminal da adivinhação tibetana tem autor e data: o Vaidurya Karpo (o Berilo Branco), composto por Sanggye Gyatso (1653–1705) — o regente do Quinto Dalai Lama. As pinturas de adivinhação elemental que se vêem em museus são ilustrações dele.",
      "selo": "EI",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EI"
          ],
          "obra": "Ronit Yoeli-Tlalim, “The White Beryl Illuminated Manuscript: Tibetan Divination” — ensaio do Project Himalayan Art",
          "credito": "Ronit Yoeli-Tlalim (autora) · Rubin Museum of Art (a instituição que publica e responde pelo ensaio, e que guarda as pinturas)",
          "link": "https://rubinmuseum.org/projecthimalayanart/essays/the-white-beryl-illuminated-manuscript/",
          "prova": "These paintings are illustrations of the seminal text on Tibetan divination, The White Beryl (Vaidurya Karpo), composed by Sanggye Gyatso (1653–1705)."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.fundamentos.vocabulario#dia-sideral",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "A astrologia védica repousa sobre uma astronomia que mede o tempo antes de julgá-lo: o Surya Siddhanta, o texto astronômico fundador, define o dia sideral como sessenta nadis (cada nadi vale vinte e quatro minutos). É a unidade de que os cálculos hindus partem.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Surya-Siddhanta I.12 (a definição do dia sideral em nadis)",
          "credito": "Ebenezer Burgess (tradução do sânscrito, Journal of the American Oriental Society, 1860) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/details/jstor-592174",
          "prova": "And sixty nadis make a sidereal day and night."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.rashi.ayanamsha#precessao",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "O solstício mudou de lugar, e a tradição indiana registrou a mudança: Varahamihira escreve que o curso sul do Sol já começou na segunda metade de Āśleṣā e o norte no início de Dhaniṣṭhā — mas que, 'no presente', começam no início de Karkaṭaka e de Makara. E acrescenta que a diferença pode ser verificada por OBSERVAÇÃO DIRETA. É a precessão, documentada por observação dentro do próprio cânone — e é ela que o ayanāṃśa corrige.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Varahamihira, Bṛhat Saṃhitā III.1-2 (Ādityacāra — o curso do Sol)",
          "credito": "Varahamihira (séc. VI) · Panditabhushana V. Subrahmanya Sastri e Vidwan M. Ramakrishna Bhat (tradução do sânscrito, Bangalore, 1946) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/stream/VarahamihirasBrihatSamhitaByVSubrahmanyaSastri/Varahamihira's+Brihat+Samhita+by+V+Subrahmanya+Sastri_djvu.txt",
          "prova": "The Sun's southern course began at one time from the latter half of Aslesha and the northern, from the beginning of Dhanishta. […] At present, one course of the Sun begins from the commencement of Karkataka and the other from the beginning of Makara. That it is different from what has been stated above can easily be ascertained by direct observation."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.rashi.karka#modalidade",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "Câncer é um signo MÓVEL (chara). Os doze signos, a partir de Áries, alternam a natureza em três eixos, e um deles é a modalidade: móvel, fixo e dual (ambos). É a mesma tripartição que o Ocidente chama cardinal·fixo·mutável — e no Bṛhat Jātaka ela é dita na letra: móvel, fixo, e ambos.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Varahamihira, Bṛhat Jātaka I.11 (a natureza alternada dos signos: maléfico/benéfico, masculino/feminino, móvel/fixo/dual)",
          "credito": "Varahamihira (séc. VI) · N. Chidambaram Aiyar (tradução do sânscrito, 2ª ed., 1905) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/details/brihatjataka00varaiala",
          "prova": "The signs (from Aries) are (by turns) malefic and benefic, masculine and feminine (a) and movable, fixed and both (movable and fixed) (b)."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.rashi.mesha#kalapurusha",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "Áries rege a cabeça porque É a cabeça: os doze signos, a começar por Mesha, são as partes do corpo de Kālapuruṣa, o Homem Cósmico — a cabeça, o rosto, o peito, o coração, o ventre, o umbigo, o abdômen, os órgãos genitais, as duas coxas, os dois joelhos, os dois tornozelos e os dois pés. É daqui que vem todo o mapa signo-corpo da védica.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Varahamihira, Bṛhat Jātaka I.4 (a distribuição dos signos no corpo de Kālapuruṣa)",
          "credito": "Varahamihira (séc. VI) · N. Chidambaram Aiyar (tradução do sânscrito, 2ª ed., 1905) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/details/brihatjataka00varaiala",
          "prova": "The (twelve) signs of the Zodiac, commencing with the first point of Aries...are respectively the head, face, breast, heart, belly, navel, abdomen, genital organ, two thighs, two knees, two ankles and the two feet of Kalapurtisha."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.surya#domicilio",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "O Sol governa Leão e a Lua governa Câncer — e não só no Ocidente. Varahamihira lista os senhores dos doze signos a partir de Áries (Marte, Vênus, Mercúrio, a Lua, o Sol…), e os luminares caem exatamente onde Ptolomeu os põe: a Lua em Câncer (o 4º signo), o Sol em Leão (o 5º). O mesmo mapa de regências, guardado no Jyotish e na astrologia ocidental.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Varahamihira, Bṛhat Jātaka 1.6 (os senhores dos doze signos, de Áries em diante — a Lua em Câncer, o Sol em Leão).",
          "credito": "Varahamihira (séc. VI) · Michael D Neely (tradução do sânscrito, 2007) · wisdomlib.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://www.wisdomlib.org/hinduism/book/brihat-jataka-by-varahamihira-sanskrit-english/d/doc1501569.html",
          "prova": "Mars, Venus, Mercury, the Moon, the Sun, Mercury, Venus, Mars, Jupiter, Saturn, Saturn, Jupiter rule the portions of the zodiac signs [beginning with Aries, etc.]."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.surya#exaltacao",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "O Sol se exalta em Áries, no seu 10º grau — e cai no signo oposto, Libra, no mesmo grau. Não é regra moderna: o Bṛhat Jātaka lista, na letra, os signos de exaltação (uccha) dos sete planetas e os graus exatos da exaltação máxima, com a queda (neecha) no signo oposto.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Varahamihira, Bṛhat Jātaka I.13 (uccha/neecha — os signos e graus de exaltação e queda dos grahas)",
          "credito": "Varahamihira (séc. VI) · N. Chidambaram Aiyar (tradução do sânscrito, 2ª ed., 1905) · Internet Archive (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://archive.org/details/brihatjataka00varaiala",
          "prova": "The signs Aries, Taurus, Capricorn, Virgo, Cancer, Pisces and Libra are respectively the Uccha (exaltation) signs of the Sun and other planets. The 10th, 3rd, 28th, 15th, 5th, 27th, and 20th are the degrees of main exaltation of the several planets. The 7th or opposite signs are the Neecha (depression) signs; and the degrees of main depression are the same as given above."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.varga.outras#drekkana-aries",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "A galeria dos drekkanas abre com uma figura de guerra. O 1º drekkana de Áries é, no Bṛhat Jātaka, 'um homem negro de olhos vermelhos, envolto num pano branco nos quadris, semelhante ao que se relaciona a Rudra, capaz de proteger, segurando um machado erguido' (tradução de Michael Neely). É o tipo de imagem — o homem escuro e armado na primeira face de Áries — que faz muitos eruditos suspeitarem de uma raiz comum entre os drekkanas da Índia e os decanos do hermetismo greco-egípcio.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Varahamihira, Bṛhat Jātaka 27.1 (o 1º drekkana de Áries — a iconografia dos 36 drekkanas)",
          "credito": "Varahamihira (séc. VI) · Michael D Neely (tradução do sânscrito, 2007) · wisdomlib.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://www.wisdomlib.org/hinduism/book/brihat-jataka-by-varahamihira-sanskrit-english/d/doc1501927.html",
          "prova": "A black man with red eyes wrapped in a white cloth at the hips, like that related to Rudra, able to protect holding an uplifted axe."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "vd.varga.outras#drekkana-imagem",
      "tradicao": "vedica",
      "texto": "Dar a cada decano uma IMAGEM não foi só do Egito e do hermetismo: o Jyotish também personifica os terços do zodíaco. O Bṛhat Jātaka reserva um capítulo inteiro (o 27) para descrever os drekkanas — os terços de 10° de cada signo — um a um, como figuras. E há ressonância na escolha: o 1º drekkana de Virgem é uma donzela — 'uma mulher com um jarro transbordando flores, o corpo coberto por vestes sujas de terra…', na tradução de Michael Neely. As mesmas 36 faces do céu, povoadas de imagens também aqui.",
      "selo": "TS",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "TS"
          ],
          "obra": "Varahamihira, Bṛhat Jātaka 27.16 (o 1º drekkana de Virgem — a iconografia dos 36 drekkanas)",
          "credito": "Varahamihira (séc. VI) · Michael D Neely (tradução do sânscrito, 2007) · wisdomlib.org (digitalização e hospedagem aberta)",
          "link": "https://www.wisdomlib.org/hinduism/book/brihat-jataka-by-varahamihira-sanskrit-english/d/doc1501942.html",
          "prova": "The 1st drekkana of Virgo is a women with a jar overflowing flowers, body covered in garments besmeared with dirt, vanity of the desired possessed of wealth and garments, and longing for the family of her guru."
        }
      ]
    },
    {
      "id": "zw.palacio.doze#taiwan",
      "tradicao": "zi-wei",
      "texto": "O Zi Wei Dou Shu (紫微斗數, 'astrologia da Estrela Púrpura') não é uma curiosidade de museu: é uma prática viva e difundida. A antropóloga Stéphanie Homola, que fez trabalho de campo entre adivinhos em Taipé, Pequim e Kaifeng, descreve-o como um dos DOIS métodos adivinhatórios mais comuns em Taiwan — ao lado do ba-zi (os 'oito sinais'). É o método dos doze palácios, medido não por quem o vende, mas por quem o estuda.",
      "selo": "EP",
      "proveniencia": [
        {
          "selos": [
            "EP"
          ],
          "obra": "Stéphanie Homola, The Art of Fate Calculation: Practicing Divination in Taipei, Beijing, and Kaifeng (Berghahn Books, 2023) — Introdução. Trecho lido no PDF de introdução em acesso aberto, hospedado pela própria editora.",
          "credito": "Stéphanie Homola (autora; antropóloga — erudição revisada por pares) · Berghahn Books (editora acadêmica; introdução em acesso aberto)",
          "link": "https://www.berghahnbooks.com/downloads/intros/HomolaArt_intro.pdf",
          "prova": "two of the most common methods in Taiwan: eight signs and ziwei doushu."
        }
      ]
    }
  ]
}
