Astrologia computacional

O céu calculado com rigor,
mostrado com beleza.

Um motor, muitas leituras: um único núcleo de cálculo, e cada tradição é uma camada de leitura sobre ele. As contas são sempre as mesmas, verificadas ao segundo de arco. O que muda é a língua com que o céu é lido.

A estrela polar

Quatro princípios que não se negociam

01

Um motor, muitas leituras

Um único núcleo de cálculo sustenta tudo. Cada tradição é uma camada de leitura sobre ele — nunca um sistema paralelo, nunca um número reinventado.

02

A mandala é a interface

O céu se mostra como forma viva, uma roda que se lê de relance. A tabela existe; mas a porta de entrada é o desenho, não a planilha.

03

A linguagem nunca calcula

A separação entre cálculo e linguagem é absoluta e auditável. O número vem do núcleo; a palavra, do glossário. Nada de interpretação que mexa nas contas.

04

Nome simples, profundidade a um cursor

Cada termo guarda sua glosa, revelada ao toque. Sem jargão na fachada, sem perda de rigor por baixo.

As tradições

Um único céu, muitas maneiras de o ler

A tradição Tropical ocidental já está viva, do mapa natal às direções no tempo. No horizonte, cada uma com seus nomes nativos preservados: a Védica (Jyotish), a Chinesa em suas duas escolas — Ba Zi (Quatro Pilares) e Zi Wei Dou Shu —, a Persa-árabe medieval, a Egípcia decanal e a Tibetana Kalachakra.

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O seu céu espera para ser calculado.

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